Gretchen: ‘Já fui uma evangélica fanática’

Gretchen foi a convidada do Pânico, da rádio Jovem Pan, na manhã desta quarta (22). Ela revelou que “a Gretchen acabou”. Morando em Mônaco, por causa do trabalho do atual marido, disse estar vivendo uma rotina de dona-de-casa. “Não tenho empregada na França, eu que lavo, passo, cozinho. Faço tudo isso! Eu sempre soube minha mãe sempre me ensinou!”

Sobre as fofocas de que ela estaria a pior por não trabalhar mais como artista, Gretchen opinou que o brasileiro é muito preconceituoso. “Meu bem, quem tem 50 mil dólares na conta não está com uma situação difícil.”

GRETCHEN (Foto: Divulgação/TV Globo)

BIOGRAFIA
Gretchen admitiu ao Pânico que o livro biográfio foi “a única maneira” que ela encontrou de se defender de todas as mentiras publicadas sobre ela. “Com 56 anos você ter uma biografia, uma história contada nesse nível, eu como artista não poderia desejar nada melhor. Faço alguns shows ainda, mas em determinadas ocasiões, quando vim para o Brasil de férias, por causa da biografia, por exemplo (…) Vou fazer de vez em quando, acho muito melhor fazer shows com as pessoas com saudade querendo me ver (…) por isso falo para as pessoas lerem o livro, guardarem, porque a Gretchen acabou, ela só vai existir nos arquivos dos programas de TV, no livro, na memória das pessoas. Eu profissionalmente estou realizada.”

THAMMY
“Foi difícil, como toda mãe, eu imaginava que ia ver ela casando, de barriga… Mas não aconteceu, então as primeiras reações foram difíceis. Tentei explicar muitas vezes que eu fiquei chateada porque ela mentiu para mim e não por preconceito… Eu perguntei se ela era sapatão, e ela respondia que eu era louca… Cada vez que ia falar com ela , ela vinha agressiva…. O dia do choque foi o dia que ela cortou o cabelo… Então eu, da noite pro dia, tive que encarar a Thammy como um menino. Ficamos alguns momentos sem conseguir se abraçar, chorando uma pra outra, mas nada que não conseguimos superar. Hj esta tudo ótimo!”

Gretchen contou que apoiou muito a filha na retirada dos seis. “Todo mundo culpa ela por ela retirar as mamas, mas eu sei como era difícil. Ela vivia 24 horas com uma cinta, até na praia… Ela nunca foi feminina, na época que trabalhava comigo ela era obrigada. Hoje ela está liberta! O importante é ver o filho feliz.”

RELIGIOSIDADE
“Já fui uma evangélica fanática, joguei fora todas as minhas coisas. Quando a gente se converte tem essa fase de largar tudo. Depois quando você entende e compreende, vê que não precisa disso, que Deus não pune. Você colhe o que planta, e eu sempre plantei amor, família, então só posso colher coisas boas!”


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